Continuando a saga em SP e no Lollapalooza por Fer Trindade.
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“DOMINGO – 08/04
Dormir não foi uma opção. Chegamos em casa e a adrenalina ainda estava lá em cima. Discutimos cada música, mas finalmente o cansaço falou mais alto, afinal ainda tínhamos muita coisa pra ver.
E foi com aquele gostinho de “quero mais” que começamos o dia vendo Friendly Fires. Uma banda que é conhecida pelo carisma e gingado de Ed LINDO Macfarlane. Apesar de críticas não muito positivas, classifiquei como um dos melhores shows. Super animados, tocando pra caramba, e interagindo com os fãs. Começo de tarde ideal.
Nesse dia, só fazíamos questão de ver 3 shows: Friendly Fires, Foster the People e Arctic Monkeys. Nos momentos de “folga”, passeamos pelo Lounge da Heineken, stand da Calvin Klein e lojinha oficial. Nada muito chamativo, que nos deixasse animados a ponto de esperar horas para entrar.
Enquanto rolava o show do MGMT (que não fizemos sacrifícios para ver), o dilúvio chegou.
Por incrível que pareça, não era O dilúvio. Minutos de chuva intensa, que não causaram muitos transtornos. Espaçadas em “turnos”, não trouxeram desespero, e nossos pezinhos não ficaram enlamaçados. =)
Quando percebemos que o clima seria um pouco mais “leve” que o dia anterior, decidimos arriscar e ficar LÁ NA FRENTE, e confesso que foi a melhor decisão mútua já tomada por três indivíduos.
Ficamos bem perto da passarela. Os lindos Mark Foster, Mark Pontius e Cubbie Fink (Foster the People) inundaram o palco com um ânimo contagiante e seu indie rock fascinante.
Com um setlist relativamente curto, abriram com a peculiar Houdini, passaram por I Would Do Anytyhing for You, Waste, Love, Call it What You Want, Helena Beat, e por último – mas não menos importante – o hit Pumped Up Kicks, que animou a galera e me deixou sem fôlego de tanto pular. Cativaram até quem não os conhecia.
Vídeo “home made” – Call it What You Want
Se a noite acabasse nessa hora, estaria feliz, mas não. Arctic Monkeys ainda tinha muito pra mostrar. Começaram com Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair – uma das poucas que sei de cor – e tocaram ininterruptamente 10 músicas, causando um frenesi geral. Não sou a fã número 1 mas tenho que dizer que eles são MUUITO bons ao vivo. Segundo comentários no meio do show, Alex Turner estava bem mais simpático e sociável com o público do que geralmente é.
No setlist entraram clássicas como The Hellcat Spangled Shalalala, Brianstorm (sabia mais que o mero refrão), I Bet You Look Good on the Dancefloor, Suck It and See, sem contar a sequências para o grand final – que pra mim fechou da melhor maneira possível – When the Sun Goes Down, Fluorescent Adolescent e 505.
Conversando com amigos que curtem pra caramba, a escolha das músicas deixou um pouquinho a desejar. Tais como Dancing Shoes, A Certain Romance, Old Yellow Bricks e No Buses ficaram de fora. Mas nada disso impediu de ser um show memorável.
O show terminou, o feriado passou e o Lolla… pode ter acabado, mas as pessoas que conheci, as amizades que se fortaleceram e a experiência vou levar comigo sempre. Isso foi BEEEEEM clichê, mas é a realidade. Não vejo a hora de reunir os amigos de novo, e partir para o próximo festival. #SWUfeeling?? Quem sabe?!
E a notícia que tá circulando por aí, é que “o Lollapalooza deverá acontecer anualmente no Brasil pelo menos pelos próximos nove anos e, já a partir de 2013, se estenderá durante três dias. As informações foram passadas ao iG pelo presidente da Geo Eventos, empresa de produção de espetáculos – ligada à Rede Globo”
#paraNOOOOOOOOOSSAalegria
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Um beijo, Fer”




























